Grátis
0 €
O dono cria a conta e escreve a carta. Em troca, o menu leva a marca do fornecedor ou publicidade, tem limites de pratos ou de línguas, e o desenho é igual para todos. Bom para experimentar.
PowerUP · Guias · Menu digital
Atualizado a 9 de outubro de 2026 · 5 minutos de leitura
Entre 0 € e cerca de 30 € por mês. O que faz o preço não é a tecnologia, é quem faz o trabalho: se é o dono a escrever a carta e a mudá-la, ou se é a empresa. O custo que mais pesa costuma estar escondido: o que se paga, ou o tempo que se perde, sempre que muda um preço.
Em Portugal há dezenas de ofertas, mas cabem em três tipos. Os valores são os que se encontram publicados em outubro de 2026, sem IVA.
0 €
O dono cria a conta e escreve a carta. Em troca, o menu leva a marca do fornecedor ou publicidade, tem limites de pratos ou de línguas, e o desenho é igual para todos. Bom para experimentar.
De 5 a 30 € por mês (60 a 360 € por ano)
Uma aplicação onde o dono escreve os pratos, os preços e as fotografias, e muda tudo quando quiser. Paga-se todos os meses. Uma carta de 80 pratos são umas boas horas a escrever; a tradução, quando existe, é automática ou fica por conta do dono.
De 100 € por ano a 100 € por mês
O restaurante manda a carta (uma fotografia chega) e recebe o menu feito, com a imagem da casa e as línguas. No extremo de baixo pagam-se as alterações à peça; no de cima, a empresa muda tudo o que o restaurante pedir, antes do serviço.
A carta muda. Sobe o preço do peixe, entra um prato de verão, sai a sobremesa que ninguém pedia. Antes de escolher, pergunte: quem muda o preço, e quanto custa cada vez?
A comparação que interessa não é entre menus digitais. É entre o menu digital e o que já gasta a reimprimir a carta.
Um restaurante que reimprime as cartas duas vezes por ano:
A carta em papel não desaparece; deixa é de ser reimpressa sempre que muda um preço. E passa a existir em inglês, em espanhol e nas línguas dos turistas, que a carta em papel raramente tem.
Há. Em troca, o menu leva a marca do fornecedor ou publicidade, tem limites de pratos ou de línguas, e é o restaurante que escreve tudo. Servem para experimentar; raramente para ficar.
Nos menus em autosserviço não custa nada: muda-o o próprio dono. Nos menus feitos por uma empresa depende do contrato: há quem inclua as alterações e quem as cobre à peça, normalmente entre 15 e 30 € cada. Vale a pena perguntar antes.
Não tem de substituir. A carta em papel continua na mesa; o menu digital é para quem a quer ler noutra língua, para quem está lá fora a decidir se entra, e para mudar preços sem reimprimir.
Não deve ter. Um menu digital bem feito abre no navegador do telemóvel quando se aponta a câmara ao QR Code, sem instalar nada e sem criar conta.
Mande-nos uma fotografia da carta. Fazemos o seu Menu Digital, com a imagem da casa e em cinco línguas, e mostramos-lho sem custo. Se gostar, são 100 € + IVA por ano.
Mandar a carta